19 fevereiro 2013

“É melhor ser feliz do que ter razão”.



Numa aula de filosofia a professora pediu que analisássemos criticamente a seguinte frase: “É melhor ser feliz do que ter razão”.

Consequentemente imaginei que não seria fácil, mas acabei resumindo em algumas poucas palavras. Já que o assunto é muito vasto e de certa forma pessoal. Vamos lá!

Obs.: Não tenho aqui a intenção de que mude sua forma de pensar, nem que concorde com o que está escrito, simplesmente leia. Seja bem vindo e fique à vontade!



“É melhor ser feliz do que ter razão”.

Uma frase que leva à reflexão. Ser feliz ou ter razão? Será que é possível ser feliz tendo razão? A felicidade é muito criticada quando colocada em questionamento. Mas, e a razão? Ela também é questionada, às vezes, até provada para que uma ideia seja de fato considerada racional.

Na maioria das vezes, optamos pela felicidade. Porque, nem sempre a razão será o melhor caminho. Isso pelo facto de que quando buscamos mostrar aos outros que temos razão, estamos passando por cima da opinião dos mesmos. Opiniões essas que podem ser consideradas como forma de felicidade.

A razão por vezes causa discórdia. A aceitação e a não aceitação de uma ideia, uma opinião entre os indivíduos para chegarem a um objetivo comum é o grande estopim para o início de grandes e pequenos comportamentos conflituosos.

Se optarmos em sermos felizes, temos mais harmonia, alegria e satisfação em viver, em expressar quem somos sem medo dos julgamentos alheios. É passar vista grossa em determinadas situações. É deixar o outro descobrir seu caminho, a sua felicidade. Claro, existem situações e escolhas, que, devem ser regadas de uma dose de razão. Porque, se ao contrário for, essas poderão não ser proveitosas. Sim frustrantes.

Digamos que razão e emoção andem juntas. Não se deve ser emotivo além dos limites para que não atrapalhe nas decisões importantes da vida. Mas também, não se deve andar no caminho da perfeita racionalidade. Pois este poderá levar-nos ao caminho contrário da felicidade.
(Lívia Stéfani – 11/12/2012) 

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